Archive for dezembro \31\UTC 2008|Monthly archive page

Busca no Twitter

Já ouviu falar no twitority? Trata-se da base de buscas do twitter. Dá para fazer pesquisa por nome, temas e blá, blá, blá. A dica é da Cristina De Luca. É ótimo para encontrar temas de interesse.

LM

Bravo, NY Times!


Quem gosta de futebol pode acompanhar as partidas pelo NY Times em base de dados visual que permite comparar a seus comentários opiniões de jornalistas da área e torcedores. Experimente!

A dica é do De Vigal, no Facebook

LM

What will come

Boa leitura traz Mario García sobre o que virá em 2009:

Consolidation of content
—-More newspaper editors and publishers worldwide took a good, hard look at how they present information, and considered different ways of merging related content, and, in some instances removing sections and departments no longer viable economically, or as a result of online coverage.

Specifics that come to mind:
*Stock listings—-in some instances, four pages of these numbers were brought down to two.

*Classifieds—this is one area where many newspapers studied the section to eliminate categories, or extend offerings through online.]

*Mixing of sections—-it is not unusual these days to combine sports and business, for example. With proper guidance, readers don’t seem to mind when changes in the “flow of the book” are made.

—Change of page format
—-While European newspapers continue to turn to the compact formats to facilitate use of the newspaper, while saving money, several newspapers in the United States, including The Oklahoman, adopted the narrower 44” web. More traditionally broadsheet newspapers worldwide also switched to “tabloid” format for supplements inserted in the newspaper.

—More attention to navigation
—-If there was one issue that all newspapers turned their attention to was how to make the reader’s trip through the newspaper easier. Editors everywhere asked us for the ultimate navigational tools, not only on page one, but also through the entire newspaper.

—Integrating print/online
—-What was basically a matter of choice only two years ago, the idea of fusing print and online operations has become a must. I am happy to say that every one of our clients is keenly interested in establishing the type of newsroom where news is seen as protagonist on a multiplatform stage.

—Storytelling strategies
—-This was a peak year for editors everywhere to rethink how their reporters and editors tell stories. More attention has been paid to creating strategies that allow for better utilization of secondary readings, brief items, photo galleries and info graphics as part of the storytelling process.

—Advertising innovations
—-Perhaps it was the dismal economy that ruled the day in this area, but I had never seen so much experimentation with various advertising sizes and configurations by newspapers everywhere. From wrap around ads, to island ads, to silent ads, and, of course, page one ads in various sizes, all made a safe landing in 2008. I predict we will see more of this in 2009.

—Mobile telephone platforms
—-We have only seen the very early start of mobile telephones as part of the multiplatform environment of the newsroom. However, newspapers of all sizes are looking at mobile phones for breaking news. 2009 should be a prime year for the continuation of this trend. The iPhone and the newly revamped Blackberry pave the way. One tip: make text on mobile phone units short, and let the images flow in!

—Online editions: ready for 2.1?
—-This has been an area of tremendous growth in 2008, but the next year should see newspaper operations turning their attention to how they can best explore the potential of online editions beyond the “news” component, and more into aggregate sites, interactive modules, multi media packages and advertising experimentation.

A pensar,

LM

iPhone Wish List

A Time listou 10 motivos para desejar um iPhone. No ranking da revista americana estão ainda 50 melhores websites e as 100 melhores peças de design. Experimente agora!

Full list

LM

+++ QR Code

Conecte: as mil e umas utilidades do celular, por Ernesto Paglia, no Jornal da Globo.

LM

++ QR Code

Atualizado às 18h04

No fim de semana, esta pesquisadora aprendeu com duas feras o que é o QR Code: Ana Carolina Casais (responsável pelo projeto no A Tarde On Line) e Mario Cavalcanti (Jornalistas da Web). O resultado é o seguinte:

Criado em 1994 pela empresa japonesa Denso-Wave, o QR Code (ou código de barras em 2D) começa a ser testado no Brasil em jornalismo, publicidade, blogs e redes sociais e já usado há algum tempo por BBC, Google, Claro e Volkswagem, entre outros.

A captura da informação (multimídia, links ou texto) é feita pela câmera fotográfica do celular e um software de leitura de QR (disponível para download em toda a rede). Mas há um porém: nem todos os aparelhos estão habilitados ao código. Cada um possui um mecanismo diferente de operação, como o iPhone (fotografa, depois escaneia) ou Nokia N95 (basta enquadrar o código e o conteúdo aparece).

O Code funciona como um atalho para acessar conteúdo via celular por link ou apenas texto. Cada matéria do jornal A TARDE carrega um QR diferente, uma espécie de “leia mais” já apontado à exaustão pela mídia a suas versões analógicas e digitais. A diferença é que o plus chega direto ao aparelho móvel, lido por uma câmera que envia o usuário à uma página na rede.

Para acesso via internet sem fio, o custo dependerá de cada provedor (se haverá áreas livres e fechadas). O sistema permite arquivar multimídia e ampliar a proposta de integração de mídias, uma vez que o código não substitui a mídia, mas tem a função de complementá-la.

Ou seja, exibe sistemas que o impresso não é capaz, como áudio, vídeo, gráficos interativos, galeria de fotos. Quem lê notícias sobre os 50 anos da Revolução Cubana, por exemplo, receber em seu celular multimídia e links sobre o tema.

É possível também , por exemplo, transformar em código de barras bidimensional todo o conteúdo de um jornal e ainda incluir esse plus. O problema é o de sempre: como tornar a navegação fácil e a interface atraente.

meu comentário: é preciso que o QR Code não se transforme em mais uma onda de formatos disponíveis para integrar conteúdo. Senão corre-se o risco de reduzir sua capacidade em um “saiba mais”. Por isso, é urgente explorar e testar (a partir de agora) todas as possibilidades de exibição em interfaces móveis.

A pensar,

LM

+ QR Code

Enjoy it.

Data visualization projects top five

O FlowingData escolheu as cinco melhores peças de visualização de dados de 2008 com base em interatividade, narrativa e uso de dados visuais. O resultado é uma coleção interessante e criativa e que abre um espaço na produção digital para esse tipo de conteúdo, que passa a integrar a pauta do dia.

5 – Decision Tree: The Obama-Clinton Divide

4 – Radiohead “House of Cards” Music Video

3 – Last.fm and Movie Box Office Streamgraphs

2 – I Want You to Want Me

1 – Britain From Above

Enciclopédia em 3D

Um dos caminhos para encontrar um formato de narrativa no ciberespaço é estudar os trabalhos do Spatial Robots, site dedicado a catalogar, discutir e promover sitemas interativos espaciais e tudo o que há de novo em tecnologia para criar arquiteturas digitais. Vale a pena experimentar. O vídeo acima apresenta uma proposta de enciclopédia em 3D.

Enjoy it

LM

"La realidad no es la única verdad"

Philip K. Dick

Boa a discussão que começa no blog de Scolari sobre as reflexões do escritor Philip K. Dick (1928-1982) dos limites entre real e virtual. Há quem diga que ao se conectar ao ciberespaço, o usuário se reduz a uma URL. Afirmação bastante simplista se considerar tudo o que tem sido discutido, e efetivamente, realizado, do ponto de vista tecnológico.

Conversão do corpo em uma zona topográfica virtual, dublê virtual, telepresença, deslocamento do indivíduo biológico para o cibersistema, novo projeto de corpo (GIANNETTI, 2006, p. 101) e uma série de outras possibilidades de transformação parecem supor que real e virtual serão justapostos.

O que está em jogo é um novo projeto de corpo e, portanto, do humano. Para Stelarc, a microtecnologia utilizada e implantada no corpo permitirá romper com as fronteiras biológicas:

“A pele era, como superfície, o início do mundo e, simultaneamente, o limite do indivíduo. (…) Expandida e penetrada por máquinas, a pele já não é mais a superfície plana e sensível de um lugar ou de uma parede intermediária. O indivíduo se encontra, agora, fora da pele; porém, isso não significa nem uma separação nem uma ruptura, mas uma compreensão da compreensão da consciência. A pele já não representa clausura” (STELARC, 1997 apud GIANNETTI, 2006, p. 101).

A pensar (e muito)

LM