Archive for fevereiro \27\UTC 2009|Monthly archive page

Quanto vale a informação da rede?

Do blog do Mario García
Some ideas to consider:
1. Every newsroom should REVIVE the discussion of payment for information provided in online editions.
2. Look for new angles which may involve the “unbundling” of the newspaper, so that one pays ONLY for what one wishes to read.
3. Push forward with positive momentum, thinking that the information that YOUR newspaper has is of value.
4. Readers today are aware that their newspaper, as they know it, may disappear totally. Nobody wants a community without a newspaper. Today the situation is different from what it was in 2000, for example, and readers may be more open to packages that will allow them to continue to receive the information they need and crave for, with reasonable payment.
5. Make it inexpensive, but not free.
A pensar,
LM
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Apple’s Years With and Without Steve Jobs

LM

photo, photo, photo

Então, a redundância extrema será um dos critérios de composição de páginas na web?

Uau!

A pensar,

LM

play, play, play…

Página de vídeo da CBS News.

meu comentário: sem comentários.

LM

Can you guess?


Mais sobre visualiazação em base de dados. Agora, no Guardian:

“Thirteen Academy Awards speeches, and not an agent thanked once. Can you guess the lucky winner from these Wordles? (The font size is in direct relation to the frequency of their use.) Answers at the end …Thirteen Academy Awards speeches, and not an agent thanked once. Can you guess the lucky winner from these Wordles? (The font size is in direct relation to the frequency of their use.)”

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LM

Base de dados em base de dados


Do Information aesthetics

“A series of visualizations [flickr.com] that represent the top organizations and people mentioned in the news articles of the New York Times for a given year of news between 1984 and 2009. Connections between these entities are drawn, so that relationships can be found and followed. These circular graphs are based on the faceted searching abilities of the NYTimes Article Search API, that were released a short while ago. “

meu comentário: de novo, experimentando a visualização em base de dados. Espero que o formato não fique saturado como editar uma página de notícia só com links, depois, com tudo o que é possível em hipermídia, em seguida, o exagero de estatísticas…

LM

What’s up?

O jornal Washington Post criou o TimeSpace, um mapa interativo que permite aos usuários navegar por artigos, fotos, vídeo e fazer comentários de qualquer parte do mundo.

meu comentário: a visualização em base de dados está na ordem do dia? Por que não há ponderações sobre o que usar na exibição de conteúdo?

LM

Um estudo para palavras x coisas

Há ícone que prescinde palavras? Ou deve ser legendado? A pré-história usava imagens para representar o mundo. Após a Revolução Industrial, o texto passou a traduzí-lo, como ensinou Flusser em O Mundo Codificado (2005). Hoje, bem… a imagem de tevê ou câmera de vídeo (o que for) precisa de explicação do tipo: “clique para assistir”.

A pensar

LM

Parabéns, El País

Muito interessante o pacote multimídia do El País da retrospectiva 2008. Bacana é ver que o jornal espanhol sempre testa formatos diferentes sem perder o tom jornalístico. Vale a pena explorar o uso de publicidade e chamadas para conteúdo plus. No caminho.
A pensar,
LM

Mais do mesmo


Muda o formato, mas o conteúdo permanece o mesmo… Na pré-história, as imagens eram usadas para representar o mundo, na pós-história ou modernidade, como diz Flusser (2007), as pessoas passam a ser programadas por textos. E a redundância na matéria especial do Último Segundo, para explicar óbvio, caracteriza-se de que maneira?

A pensar,

LM