Archive for maio \31\UTC 2009|Monthly archive page

From TV to the Web to Your Phone


Quer assistir à tevê pelo iPhone? O SingPlayer, da Sling Media, transmite via 3G ou WiFi a programação ao vivo ou gravada da televisão para o celular da Apple. O NY Times pergunta se após a Sling ter sido comprada pela EchoStar o aplicativo será popularizado nos lares americanos ou ficará restrito à TV e web.


O analista da Pali Research, Richard Greenfield, disse ao jornal que o Single ainda não provou que pode atender a uma grande audiência. A AT&T aconselhou a empresa a trabalhar apenas com WiFi e abandonar o 3G por temer que o streaming de vídeo monopolize a banda larga e derrube as conexões.


Entretanto, o congestionamento é o menor dos problemas. Questões políticas podem causar um tremendo mal-estar aos executivos da Sling caso seu aplicativo seja vendido a outras companhias de tevê (satélite e cabo).


Mark W. O. Jackson, presidente da EchoStar, um dos braços da empresa, disse que a política de posse comum é o maior obstáculo, mas acredita que se o produto for bom, os players irão fazer negócio com ele.


LM

Os elementos de composição do Google

Se é verdade que a linguagem visual híbrida é resultado da mistura de formatos e técnicas, então não dá para subestimar a turma do Google. Google Earth, Maps, Street View e Wave chegam com a proposta de remix profundo, nas palavras de Lev Manovich. Principalmente o Wave cujo código-fonte aberto permitirá novas experiências open source.

O mais interessante é que alguns desses serviços, como mapas, notícias, busca customizada, apresentações e vídeos do You Tube podem ser aplicados em qualquer página na web. Isso mostra que cada vez mais é possível produzir conteúdo de qualidade a partir de aplicativos grátis disponíveis na rede.

Hoje é possível postar artigos com o Blogger, montar uma página de notícias ou grupo de pesquisa pelo WordPress, publicar fotos no Flickr e imagens no You Tube, e editar todo material e transpor no próprio WordPress ou criar uma home no Facebook. Tudo isso pode ser destacado no Twitter, com chamadas criativas.

LM

Uma palavra para definir a nova Newsweek

O que pensa Mario García sobre a mudança anunciada pela Newsweek: “desespero”. Escreveu em seu blog: “normalmente, os psicólogos aconselham pacientes a não fazer mudanças drásticas em tempos de crise, pois podem lamentar mais tarde. O mesmo se aplica a revistas e jornais. Com a reforma, a Newsweek perdeu o que seus redatores fazem melhor: a narrativa. Isso em uma época em que é urgente realçar o modo como as histórias são contadas para uma audiência impaciente, bem informada e totalmente indisciplinada no modo de lidar com o texto.”
What I think of the new Newsweek look

Typography:

The font utilized is not strong enough to carry the type of content that goes here; it is skeletal, so minimalist that it does not engage you by just looking at the headlines; the content here is stronger than the way it is presented.

Storytelling strategies: Blocks of text are thown on the page with little , if any, attempts to enhance storytelling—-except for interesting and detailed time lines and other elements that usually appear at the very bottom of the page, totally disengaged from the story they accompany. This seems to be a pattern. I doubt that the designers doing this (studio called Number 17) thought of this project as a journalistic design. I have seen fashion magazines—-and catalogues—-in the Scandinavian countries that resemble this type of approach. In their case, however, the publication is there to showcase photos of models, the text is not even secondary. At Newsweek, text is what we buy the magazine for, or at least that is why I continue to subscribe.
In my view, storytelling took a dramatic step backwards here. Were any editors involved in the process? The old dog in me says that this became a Design with capital letters sort of project. More than a reinvention, this was a revisualization—with not such good results.
Preserving the mag’s DNA: In terms of conveying the spirit of Newsweek (or preserving it?), nothing like that happened here. While the new Newswekk perhaps aims to be hip, it is sort of “retro confused”-—part tabloid, part The Economist wannabe, part advertorial supplement (big time).
Content restructuring: The magazine’s division into four content areas is good, and I do like that, especially the Scope section, which moves fast and seems to have been the most journalistically designed of all; however, the design for each opener is a disaster in terms of navigation. Indeed, there is a sort of belt, in red, that crosses the page with headlines of what ‘s inside that section. Great idea. Execution? Not clever at all. Type too small, no sense of hierarchy. Like with type elsewhere, there is a great disconnect between utilization of type and type functionality. When this happens, the entire concept collapses. It does here.
True, this is only their second issue. Design evolves. Editors take a good look at what they are doing, and fix things (my hope). They also listen to what readers tell them.
Why I keep my subscription
I have been an avid Newsweek reader for decades. I will continue to subscribe, primarily because I like the stories, and, especially whatever Fareed Zakariawrites about. I will follow Zakaria even if he writes his stuff in five point Futura on the back of a subway system map (that is a stretch).
Which goes to show what we have said all along: it is all about the content.
However, nobody should have to suffer a bit to access it.

I mentioned earlier that my reason for writing this blog is to sort of question the intentions behind the Newsweek project? I welcome comments from anyone associated with the project, of course.
LM

Primeiro, eles o ignoram, depois riem…

Matéria da Economist pega carona no anúncio do Google Wave e mostra porque o uso de software open source ganhou terreno e se tornou uma alternativa de corte de custos para o espanto de big players como a Microsoft, por exemplo. No Brasil, o melhor exemplo é o iG, que migrou seu conteúdo para a plataforma WordPress.

Sem dúvida nenhuma, as infinitas possibilidades do open source vão chacoalhar o caríssimo mercado de venda de sistemas de publicação.

A pensar,

LM

Narrativa multiplataforma

Páginas de jornais viram navegadores (com pouco texto), ruptura da cultura de página no design, repensar o fluxo de informações, acabar com a metáfora analógica do infográfico e a importância de manter um consultor nas redações com habilidade para treinar profissionais a planejar conteúdo multiplataforma.

Esses foram os destaques do IFRA design realizado em Paris nos últimos dias 27 e 28. Mario García esteve lá e cobriu o evento pelo twitter. Vale a pena arquivar no bookmark os highlights do ponto de vista de um dos mais importantes nomes design de jornais do mundo.

LM

Vem aí Google Wave

Para fugir das metáforas analógicas aplicadas ao e-mail e aos comunicadores instantâneos, os irmãos Lars e Jens Rasmussen se perguntaram se era possível criar uma plataforma que pudesse integrar as ferramentas interativas que surgiram com internet – blogs, wikis e redes sociais.

O resultado após dois anos de trabalho levou os Rasmussem a anunciar a Google Wave, plataforma open source que reúne e-mail, gtalk, google docs e permite compartilhamento de vídeos, infográficos, links e edição.

A proposta é criar uma onda de comunicação real time a partir de microredes. Sem previsão de lançamento ao público, a Google Wave é dividida em produto (acesso, compartilhamento e edição), plataforma (APIs que permitem desenvolvedores aplicar a onda ou criar novas extensões) e protocolo.

LM

Ilhas de informação

Disse Nova Spivack em 2008, na Next Web conference, realizada em Amsterdam:

“Os gráficos sociais conectam pessoas enquanto a web semântica conecta coisas. Isso significa que os gráficos sociais integram uma pequena parte da web semântica. Depois que passar o hype da web 2.0, entraremos na web 3.0, com o desenvolvimento de conexões entre pessoas e informações, não apenas para cunhar um número, mas porque haverá uma melhora fundamental na infraestrutura da web. Na versão 4.0, as interfaces serão mais inteligentes e proporcionarão navegação também mais inteligente por meio de uma rica base de dados. A busca semântica não entende apenas o significado dos dados, mas as conexões entre eles. “

Para o fundador do Twine, as tags terão um papel importante na internet, nos próximos anos. Spivack acredita que entre 10 e 15 anos as palavras-chaves serão substituídas por etiquetas. Para esta pesquisadora também. Mas o grande nó está na falta de critérios inteligentes que facilitem a localização de informação na rede. Outro problema são as diferenças culturais, sobretudo de linguagens, que impedem uma uniformização de metadados.

De todo modo, vale a pena conhecer o que Spivak tem para nos ensinar, sobretudo porque experimenta as possibilidades da tag semântica no Favik, um bookmark semelhante ao Delicious, que sugere as tags a partir da base de dados da Wikipedia, em vários idiomas, inclusive português.

A pensar,

LM

NY Times anuncia editor de rede social

Depois do editor de tags, vem aí o editor de rede social. Mais uma vez, o NY Times sai na frente.

LM

Vem aí nova home para o iG

O iG anunciou nesta segunda-feira, 25, mudanças em sua homepage para facilitar a navegação dos internautas, valorizar os conteúdos do portal e reorganizar espaços destinados à publicidade e compras:

– ganham mais destaque seção de vídeos, colunistas e blogueiros
– textos e fotos ficam maiores
– um novo box, intitulado “Seu time”, traz notícias, fotos e vídeos sobre futebol
– os campos “Temas do momento” e “Novo no iG” apresentam lançamentos e novidades do portal
A novidade é que o leitor poderá comentar a reforma e enviar dicas.
LM

Finger Painting

A revista New Yorker estreou uma seção de desenhos feita com Brushes, um aplicativo específico para iPhone, assinada por Jorge Colombo. O designer gráfico já trabalha com ilustração e fotografia e, desde 2003, dedica-se a projetos de vídeo digital. Neste ano, começou a fazer experiências com o celular da Apple.

LM