Archive for novembro \30\UTC 2009|Monthly archive page

A retórica do Google Books

Interessante discussão no caderno +mais! da Folha deste domingo sobre a estratégia do Google Books. Trata-se realmente de democratização universal do acesso aos livros ou não passa de mais um business plan da empresa de Sergey Brin e Larry Page?

A pensar,

What happens to your digital identity after you die?

Não dá para ignorar a IPTV Cultura

Muito interessante o trabalho que vem sendo desenvolvido na sobre transmissão participa na TV Cultura pela equipe de Paulo Markun. Agora, ao vivo, Patrick Sinclair, engenheiro da BBC, fala sobre web semântica.  

Um excelente exemplo a seguir

Em dezembro tem youpix

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Economia baseada em ecossistemas

Vale a pena ler texto postado no 233grados sobre a economia na rede baseada em ecossistemas. Reproduzo um trecho bastante pertinente:


“Esta semana hemos visto el contraste también en la amenaza de Rupert Murdoch (cree que es una amenaza) de bloquear a Google. Tirar piedras contra su propio tejado. Murdoch (que no utiliza internet) no es capaz de ver cómo funciona hoy en día la distribución. No entiende que estar abierto a laeconomía de los enlaces le aporta distribución gratuita, marketing gratuito, grandes beneficios. Eso es porque él, al igual que sus viejos colegas, ganaron haciéndose con el control, en lugar de cederlo. Este nuevo mundo es completamente opuesto al mundo que ellos construyeron; rompe todas sus reglas y establece unas nuevas (que es lo que he tratado de analizar en What Would Google Do?). Eso es lo que hace que les sea tan endemoniadamente difícil entenderlo.”


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Convergência virou démodé?

Em seu blog, Mario García conta sua experiência em Dubai, no jornal Gulf News, sobre convergência. Apesar de a redação do jornal ser estruturada de modo que os editores discutam por quais plataformas a notícia será contada, ainda é difícil emplacar a idéia de convergência/integração de mídia na redação. 


Um dos papas do design de jornal no mundo, Mario García sugere: “please discuss the story as such, let it fly over the hub table for a while, then ask the question: which is the best platform to tell the story.  If more than one platform make sense, then discuss how the story will be presented”.


Entretanto, vale a pena ponderar as questões de convergência em vigor: na realidade, não vão além de power point com mídias distribuídas. O que leva à seguinte (contra) pergunta: em tempos de redes sociais, de fazer rede, de informação circular, de plataformas transmídia, é legítimo ainda discutir convergência nas redações mundo afora?


Porque a web tem uma dinâmica própria e certamente não é pautada pela remediação (BOLTER; GRUSIN:2000), mas por uma nova linguagem visual híbrida (MANOVICH: 2008) graças, sobretudo, à migração da cultura de página para a cultura de dados (BERNERS LEE: 2009). 


E você? Ainda aposta em convergência de midias?