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O que dá para fazer com a base de dados

O google lançou uma ferramenta para encontrar pessoas ou informar localização de desaparecidos no terremoto que aintigiu o Chile na madrugada de sábado. A base de dados do Person Finder tem, até agora (14h49), 22,9 mil registros. 

Por um visual mais limpo



Está na Folha de S.Paulo deste domingo, 28, as diretrizes do novo projeto gráfico que circulará em maio. Reproduzo aqui os principais trechos do texto:


time


direção: Eliane Stephan
colaboração: Jair Oliveira e Naief Haddad, coordenador editorial da reforma
+ 16 profissionais de arte subordinados a Fábio Marra, editor da área
redesenho da fonte de títulos: Lucas de Groot, designer holandês. Groot redesenha a fonte de títulos criada especialmente por ele na reforma de 1996
fonte de texto e uma terceira família tipográfica: designers Erik Spiekermann, de Berlim, e Christian Schwartz, de Nova York


highlights


Otávio Frias Filho: “Ser mais legível, interessante e útil se tornou um imperativo” num ambiente marcado pela oferta cada vez maior e caótica de informações.

Eliane foi responsável pela reforma realizada em 1996, quando a impressão do jornal passou a ser feita totalmente em cores. Ela destaca que o conforto na leitura e a legibilidade do jornal estão intimamente associados ao cuidado com a tipografia. “No Brasil, a Folha foi a grande precursora da onda de desenho de fontes para jornal e a primeira a usar typedesigners e novas tecnologias no início dos anos 90″, diz.

2000 – jornal pretendeu organizar de maneira mais nítida a hierarquia das notícias. Tratava-se de enfatizar visualmente o que é mais importante e o que é menos fundamental, o substantivo e o acessório.

2006 – a reforma buscava contemplar as mudanças nos hábitos de leitura, derivadas da expansão da internet e da multiplicação de ofertas de veículos e plataformas de informação.

2010 – o projeto atual incorpora aspectos das duas reformas anteriores e aponta para um jornal mais limpo, visualmente econômico, retilíneo, características marcantes da reforma conduzida por Stephan em 1996. Há também a preocupação de diminuir a diversidade entre os cadernos e em cada um deles, dando ao jornal um perfil mais homogêneo e unitário.

íntegra do texto

Facebook = America Online de 1997?

(via De Luca, no Facebook)

Cérebro social

Do blog do Nova Spivack, CEO da Radar Networks e idealizador do Twine:


O cérebro humano é como um registro arqueológico. Diferentes níveis e áreas funcionais evoluíram ao longo do tempo. E agora uma nova camada está evoluindo. Proponho chamarmos essa nova camada do cérebro de metacórtex. (Nota: Metacórtex também é o nome da empresa onde Neo – Keanu Reeves – trabalhava em Matrix).


O metacórtex é a web – nossa crescente rede global de informação, as pessoas, os sensores e os dispositivos de computação. A web é, literalmente, uma nova camada do cérebro humano que transcende qualquer cérebro individual. É um cérebro global que conecta todos os nossos cérebros juntos. É inteligente. É talvez a maior invenção da humanidade. 


Coletivamente, reage, interpreta, aprende, pensa e age de formas que nós, como indivíduos mal conseguimos compreender ou predizer, e esta atividade compreende uma mente global emergente.


Paul Buchheit (criador do Gmail e Friendfeed) chama isso de “cérebro social” – com ênfase em redes sociais e interações sociais coletivas que estão ocorrendo. Penso que enquanto o metacórtex inclui a web social, ele a transcende – o conhecimento coletivo e a cognição incluem toda a atividade na internet.


Será que o metacórtex espelhará a estrutura e o processo do neocórtex? O que podemos aprender sobre o neocórtex do metacórtex e vice-versa? Quais são as áreas funcionais ou lóbulos do metacórtex?


Spivack quer ouvir o que você tem a dizer. Comente 

A rede social (quase) organizada

“A ambição do Facebook não é ser a maior rede social, é ser a infraestrutura identitária da internet. Querem mapear as relações sociais, de modo que possam aplicar tais mapas para todas as outras atividades on-line -e até off-line. Eles não arriscarão a qualidade do que chamam “gráfico social”.
Os engenheiros da empresa reconhecem abertamente que a meta é não precisar usar mais o endereço facebook.com. Ele se tornará um serviço a ser usado através das outras redes. Já existe o Facebook Connect, que unifica senhas de diversos serviços; a pessoa navega por outros sites sempre mantendo a rede de relações do Facebook.
Eles já têm a capacidade de alimentar o Facebook e transferir informações do sistema a partir de outros sites. Creem que, no longo prazo, tudo na internet terá um componente social. Querem fazer a conexão de uma rede com as outras: você entra num site de jornal, entra no MySpace, e a informação vai para o Facebook.”



David Kirkpatrick, autor de “O Efeito Facebook” e ex-jornalista da “Fortune”, no Mais!, da Folha de S.Paulo deste domingo, 21. 


íntegra (assinantes)

A linguagem visual da BBC

À exceção do click to play, acompanhando o botão play do vídeo, e de outras chamadas repetidas à exaustão na home, a publicação das diretrizes de design no blog da BBC é um excelente mapa para entender a estratégia digital da empresa britânica. 


Ainda assim, há considerações ao que se refere a palavras usadas para descrever os conceitos aplicados. 

O design é moderno, atual e interativo, mas não pode-se afirmar, de modo algum, como bem lembrou o leitor identificado apenas como Mark, que trata-se de algo revolucionário, autêntico ou distinto. 
Só para se ter uma idéia, o uso de drag and drop, que se tornou popular nas interfaces da Apple, também faz parte do desenho do Netvibes e do iGoogle há um bom tempo..
                  

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