A rede social (quase) organizada

“A ambição do Facebook não é ser a maior rede social, é ser a infraestrutura identitária da internet. Querem mapear as relações sociais, de modo que possam aplicar tais mapas para todas as outras atividades on-line -e até off-line. Eles não arriscarão a qualidade do que chamam “gráfico social”.
Os engenheiros da empresa reconhecem abertamente que a meta é não precisar usar mais o endereço facebook.com. Ele se tornará um serviço a ser usado através das outras redes. Já existe o Facebook Connect, que unifica senhas de diversos serviços; a pessoa navega por outros sites sempre mantendo a rede de relações do Facebook.
Eles já têm a capacidade de alimentar o Facebook e transferir informações do sistema a partir de outros sites. Creem que, no longo prazo, tudo na internet terá um componente social. Querem fazer a conexão de uma rede com as outras: você entra num site de jornal, entra no MySpace, e a informação vai para o Facebook.”



David Kirkpatrick, autor de “O Efeito Facebook” e ex-jornalista da “Fortune”, no Mais!, da Folha de S.Paulo deste domingo, 21. 


íntegra (assinantes)

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