Archive for the ‘database aesthetics’ Category

Twitter visualization

http://embed.socialgadgets.fuselabs.com/Embed/A?keyword=wikileaks&ts=ThreeDays&ver=1.0


(via Tiago Dória)

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4535 Time magazine covers, 1923-2009

http://www.youtube.com/v/d_OceOpCmf8?fs=1&hl=pt_BR

Database CNN = Media visualization

Base de dados da CNN de mortos no Afeganistão e no Iraque elaborada em conjunto com redação digital e biblioteca da rede é um exemplo de media visualization, sem nuvem de tags, o que Lev Manovich chama de direct visualization or visualization without reduction.


Não é o Guardian, mas…

A estética da base de dados veio para ficar. Isso é excelente. É muito melhor analisar informações por meio de mapas interativos. Além de poupar diversos cliques, ajuda a compilar o que é importante, de fato, como o Global Debt Clock, da The Economist. 

Data driven journalism


http://d1.scribdassets.com/ScribdViewer.swf?document_id=40042082&access_key=key-1mdmjr99h8rquprm1gz4&page=1&viewMode=list

Wikileaks Iraq: data journalism maps every death

Muito bom. Wikileaks divulgou documentos com o total de mortes no Iraque desde o início da guerra, em março de 2003. O jornal inglês The Guardian transformou as informações em um grande mapa, construído com o Google Fusion Tables.

http://tables.googlelabs.com/embedviz?viz=MAP&q=select+col0%2Ccol1%2Ccol2%2Ccol3%2Ccol4%2Ccol5%2Ccol6%2Ccol7%2Ccol8%2Ccol9%2Ccol10%2Ccol11%2Ccol12%2Ccol13%2Ccol14%2Ccol15%2Ccol16%2Ccol17%2Ccol18+from+273326+where+col18+%3E+'32'+and+col18+%3C+'50'+and+col17+%3C+'37'+and+col17+%3E+'28'&h=false&lat=33.27974079388803&lng=44.374122619628906&z=13&t=3&l=col17Get the fullscreen version

Fernanda Viegas no Google


http://d1.scribdassets.com/ScribdViewer.swf?document_id=39049084&access_key=key-2iik81ihm2u3hxeuuzf8&page=1&viewMode=list

Google e Lennon

Excelente a interface do Google em homenagem ao aniversário de John Lennon: simples, limpa e inteligente.

http://www.youtube.com/v/TYHCeUfoAnw&hl=pt_BR&feature=player_embedded&version=3

A importância do jornalismo de dados

Deu no blog do Tiago Dória:

“O Wikileaks ganhou, uma vez mais, a atenção das pessoas.

Neste domingo, o site publicou mais de 90 mil documentos secretos sobre as operações militares dos EUA, entre 2004 e 2009, no Afeganistão. Os documentos revelam detalhes nada positivos da atuação do exército americano no país, como mortes de civis não divulgadas.


A publicação dos relatórios mostra que algumas publicações estão tentando atender a uma das habilidades cada vez mais exigidas das equipes de jornalismo – conseguir transformar montanhas de dados em algo legível para os leitores.


NYTimesGuardian e Der Spiegel receberam com antecedência de quase um mês os relatórios, que estavam em formatos como KML, CSV e SQl. A intenção era que eles tivessem tempo de analisá-los, checá-los e apresentá-los da forma mais atraente e legível aos leitores.
Por coincidência, o Wikileaks enviou as informações para duas das publicações que mais têm efetivamente trabalhado com a questão do jornalismo de dados.


Guardian, mais experiente em lidar com dados, foi o que melhor apresentou e contextualizou o material. Um infográfico interativo foi produzido. Cada relatório foi plotado em um mapa.


O NYTimes, por sua vez, preferiu montar uma reportagem grande com destaque aos casos mais polêmicos e links diretos para os documentos.

A revista Der Spiegel também optou pelos infográficos e chegou a fazer links para a “concorrência”. Ou seja, para as reportagens do Guardian e do NYTimes.

Para entender o Wikileaks, responsável pela divulgação dos documentos, é necessário conhecer um pouco o mantra de que “a informação quer ser livre”. No caso, os fins justificam os meios. O importante é que os documentos fiquem online e acessíveis a qualquer pessoa.


O Wikileaks surgiu em 2006, criado por Julian Assange, importante hacker e ativista da transparência pública na Austrália. Hoje o site é considerado uma organização internacional ligada à liberdade de expressão na web. Conta com uma equipe formada por jornalistas, matemáticos e dissidentes chineses responsáveis por fazer uma checagem inicial das dezenas de documentos sigilosos e denúncias que chegam ao site.


Na prática, funciona como ponte entre denunciantes e o público em geral. A pessoa envia os documentos ao Wikileaks, tem a sua identidade mantida em sigilo e as informações são tornadas públicas.


Concordo com Alexis Madrigal, editor do site da revista Atlantic. Apesar de ter servido de canal para importantes denúncias, como o vídeo da morte dos jornalistas da Reuters no Iraque, ainda é cedo para julgar o Wikileaks. Ninguém sabe com 100% de certeza o que ele é e como realmente funciona. Em princípio, parece que o seu interesse é público e não político em divulgar esse tipo de informação.


No caso dos documentos do Afeganistão, acredito que, no final das contas, o vazamento chamou mais atenção do que o próprio conteúdo dos relatórios.


Neste sentido, é um exagero, claro, acreditar que o Wikileaks substitui o trabalho de algumas publicações. Pelo contrário, ele exalta mais ainda o trabalho delas.


O próprio diretor do Wikileaks já afirmou que seu site sozinho não faz muita coisa. O Wikileaks nasceu no ambiente de informação da internet, onde coexistência é uma palavra importante.


No caso, o Wikileaks divulga apenas as informações brutas. Quem tem paciência ou tempo para analisar mais de 90 mil planilhas? É aí que entra a habilidade dos jornalistas e dos programadores-jornalistas de checar, analisar, questionar, mesclar (mashup) e tornar legíveis esses dados, seja em forma de infográficos, aplicativos ou mesmo uma reportagem em texto.


Acredito que o caso do vazamento dos relatórios do Afeganistão mostra um caminho que será cada vez mais comum. A publicação na web de informações brutas por parte de governos e organizações públicas e privadas. E o trabalho da imprensa em traduzir essa montanha de dados. Contudo, para isso, serão exigidas “novas” habilidades das equipes de jornalismo, como noções de scraping (raspagem de dados), programação e uso de banco de dados.”

Top secret america



Excelente base de dados resultou uma investigação do jornal The Washington Post sobre os gastos e a eficácia dos programas secretos de segurança do governo americano.