Archive for the ‘Lev Manovich’ Category

4535 Time magazine covers, 1923-2009

http://www.youtube.com/v/d_OceOpCmf8?fs=1&hl=pt_BR

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"Falar em cibercultura é negar a realidade"


  • A entrevista não é nova, mas o tema está na ordem do dia. Ted Nelson e Giselle Beiguelman fizeram a mesma crítica sobre interatividade. Nelson afirmou que os links não levam a lugar nenhum. Sobre integrar um mundo conectado sem dividí-lo entre real e digital, Rogério da Costa e eu defendemos a ideia do mundo conectado.
    Do Link, via estadao.com:
Por Rafael Cabral
Para os acadêmicos que ainda usam o termo ‘cibercultura’ para falar da atualidade, eu recomendo que acordem e olhem para o que existe em volta deles“.
Um dos mais importantes teóricos das novas mídias, o professor russo Lev Manovich, perfilado na nossa edição de segunda-feira, esteve no Brasil nas últimas semanas para participar de palestras no Festival Internacional de Linguagem Eletrônica (FILE) e na Universidade Presbiteriana Mackenzie. Confira os melhores trechos da entrevista que ele deu ao Link:
A interatividade é um mito?
Você deve estar se referindo a declaração que eu fiz no meu livro The Language of New Media, publicado em 1999. Eu falei isso como uma reação às discussões sobre novas mídias, que na época giravam exclusivamente em torno da tal “interatividade” e se limitavam a isso. Todas as experiências culturais, no fundo, podem ser definidas como uma forma de interação. O que eu quis dizer é que toda comunicação intermediada por um computador é interativa, por isso precisávamos desenvolver termos diferentes para os diversos tipos de interatividade.
Por exemplo?
No meu livro Software Takes Command (licenciado em Creative Commons e disponível para download), eu proponho uma alternativa. Para simplificar: nós não temos que analisar os objetos concretos, e sim as interações. Devemos seguir os internautas enquanto eles navegam por um site e analisar os caminhos pelos quais andam, em vez de apenas analisar o conteúdo do site. Devemos seguir os jogadores enquanto eles estão ligados em um game. Com isso, poderemos usar a tecnologia para captar traços de personalidade e emoções das pessoas enquanto elas lêem um livro, assistem a um filme e interagem com as novas mídias.
Qual a peculiaridade da interatividade digital?
A interatividade digital, intermediada por um software, é um novo capítulo da história da cultura humana. Alguém que lê um texto não-interativo pode também construir sua própria versão dele, mentalmente. Mas isso pode ser feito de forma real nos meios digitais. Um videogame que você joga é totalmente diferente do videogame que eu jogo. A probabilidade de nos movermos pelos mesmos caminhos, passarmos pelos mesmos desafios exatamente na mesma sequência, é próxima do zero.
Você vê algum tipo de narrativa participativa que já integre totalmente seus usuários?
A dos games. Os primeiros videogames usavam o que eu chamo de “interatividade fechada”, na qual os usuários podem acessar alguns dados e outros não. A partir dos anos 90, vários artistas mudaram para uma forma diferente, a “interatividade aberta”, em que o software ou site responde diretamente às ações dos jogadores. Em jogos em 3D, por exemplo, o jogador é livre para se mover em qualquer direção no seu mundo 3D. Eles foram extremamente bem sucedidos e dominaram a indústria na década passada. Cada jogo é único.
Online e offline se tornaram a mesma coisa?
Sim. Nos anos 90, só se falava de “virtual”, “ciberespaço” e “cibercultura”. Éramos fascinados pelas possibilidades que os espaços digitais ofereciam. O “virtual”, que existe à parte do “real”, dominou a década. Agora, a web é uma realidade para milhões, e a dose diária de ‘ciberespaço’ é tão grande na vida de uma pessoa que o termo não faz mais muito sentido. O mundo alternativo tão falado na ficção cyberpunk, nos anos 80, foi perdido. O “virtual” agora é doméstico. Controlado por grandes marcas, tornou-se inofensivo. Nossas vidas online e offline são hoje a mesma coisa. Para os acadêmicos que ainda usam o termo ‘cibercultura’ para falar da atualidade, eu recomendo que acordem e olhem para o que existe em volta deles.

A era da infoestética

Enquanto o Info-Aesthetics, de Lev Manovich, não chega às livrarias, vale ler a entrevista que o pesquisador russo concedeu a Cícero Inácio da Silva na Trópico:
http://d1.scribdassets.com/ScribdViewer.swf?document_id=43687724&access_key=key-gt9hu7bg36mcntokzjp&page=1&viewMode=list

Cultural analytics in 6 min

http://www.youtube.com/v/hd3HMrAIxw4&rel=0&hl=en_US&feature=player_embedded&version=3

(via Cícero Silva)





Database CNN = Media visualization

Base de dados da CNN de mortos no Afeganistão e no Iraque elaborada em conjunto com redação digital e biblioteca da rede é um exemplo de media visualization, sem nuvem de tags, o que Lev Manovich chama de direct visualization or visualization without reduction.


Deep remix and media visualization

A definição que Lev Manovich faz de media visualization, em What is visualization?, lembra os princípios de deep remixability , de Software takes command


media visualization


“Tag cloud exemplifies a broad method that can be called media visualization: creating new visual representations from the actual visual media objects, or their parts. Rather than representing text, images, video or other media though new visual signs such as points or rectangles, media visualizations build new representations out of the original media. Images remain images; text remains text.


In view of our discussion of data reduction principle, we can also call this method direct visualization, or visualization without reduction. In direct visualization, the data is reorganized into a new visual representation that preserves its original form. Usually, this does involve some data transformation such as changing data size. For instance, text cloud reduces the size of text to a small number of most frequently used words. However, this is a reduction that is quantitative rather than qualitative. We don’t substitute media objects by new objects (i.e. graphical primitives typically used in infovis), which only communicate selected properties of these objects (for instance, bars of different lengths representing word frequencies). My phrase “visualization without reduction” refers to this preservation of a much richer set of properties of data objects when we create visualizations directly from them”. (MANOVICH: 2010, p. 12).

deep remixability

“I believe that “media hybridity” constitutes a new fundamental stage in the history of media. It
manifests itself in different areas of culture and not nly moving images – although the later does offer a particularly striking example of this new cultural logic at work. Here media authoring software environment became a kind of Petri dish where the techniques and tools of computer animation, live cinematography, graphic design, 2D animation,typography, painting and drawing can interact, generating new hybrids. And as the examples above demonstrate, the result of this process of hybridity are new aesthetics and new “media species” which cannot be reduced to the sum of media that went into them.

Can we understand the new hybrid language of moving image as a type of remix? I believe so—if we make one crucial distinction. Typical remix combines content within the same media or content from different media. For instance, a music remix may combine music elements from any number of artists;anime music videos may combine parts of anime films and music taken from a music video.
Professionally produced motion graphics and other moving-image projects also routinely mix together content in the same media and/or from different media. For example, in the beginning of the “Go” music video, the video rapidly switches between liveaction footage of a room and a 3D model of the same room. Later, the live-action shots also incorporate a computer-generated plant and a still photographic image of mountain landscape. Shots of a female dancer are combined with elaborate animated typography. The human characters are transformed into abstract animated patterns. And so on.

Such remixes of content from different media are definitely common today in moving-image culture. In fact, I begun discussing the new visual language by pointing out that in the case of short forms such remixes now constitute a rule rather than exception. But this type of remix is only one aspect of “hybrid revolution” For me, its essence lies in something else. Let’s call it “deep remixability.” For what gets remixed today is not only content from different
media but also their fundamental techniques, working methods, and ways of representation and
expression. United within the common software environment, the languages of cinematography,
animation, computer animation, special effects, graphic design, and typography have come to form a new metalanguage. A work produced in this new metalanguage can use all the techniques, or any subset of these techniques, that were previously unique to these different media.” (MANOVICH: 2008, p. 110).

A pensar…


Manovich coins the term ‘Media Visualization’


http://d1.scribdassets.com/ScribdViewer.swf?document_id=40333395&access_key=key-1oem28p5cytpi05smz49&page=1&viewMode=list

What is visualization?

http://d1.scribdassets.com/ScribdViewer.swf?document_id=40154589&access_key=key-27h12g7h9kpfe062dilz&page=1&viewMode=list

iPad: evolution, revolution, or erosion?

iPad: a medium or a message?

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    Lev Manovich iPad: a medium or a message?

    há 4 horas via Facebook para iPhone · Comentar · 

    Svitlana Matviyenko

    Svitlana Matviyenko

    “iPad: a medium or a message?” is a good title.
    há 4 horas
    Jelena Guga

    há 3 horas
    Svitlana Matviyenko

    Svitlana Matviyenko

    “iPad is the Massage: An Inventory of Effects”
    há 3 horas
    Luis Hernandez Galvan

    Luis Hernandez Galvan

    it seems like a causal relation.. a closed source apparatus delivered to the hungry post consumer masses: eager to trade sourceforge towards an app store, clearly reveals a serious message… srsly, fk the ipad! imho
    há 3 horas
    Ciro Museres

    Ciro Museres

    Ipad is the massage.
    há 3 horas
    Lev Manovich

    Lev Manovich

    Its interesting that not a single response to iPad from the so-called “intellectuals” and “artists” has been positive.. come on, this is 21 century – rather than making fun it, go and make some compelling content for it
    há 3 horas
    Cameron Keys

    Cameron Keys

    iPad: Meta-Metabolism
    há 3 horas
    Luis Hernandez Galvan

    Luis Hernandez Galvan

    it’s more amazing how “scholars” embrace it…
    há 3 horas
    Jeremy Owen Turner

    Jeremy Owen Turner

    Can you spare me an iPad?
    há 2 horas
    Lev Manovich

    Lev Manovich

    OK lets think harder please!
    há 2 horas
    Lev Manovich

    Lev Manovich

    Or you can just read media theory in New York Times:

    http://www.nytimes.com/2010/04/11/books/review/Schuessler-t.html

    há 2 horas
    Baruch Gottlieb

    Baruch Gottlieb

    screen medium for finger-borne microbial messages
    há ± 1 hora
    Joachim Goßmann

    Joachim Goßmann

    massage 🙂
    há ± 1 hora
    Rugiwit Rugi

    Rugiwit Rugi

    It is definitely both. A medium for most of the users. Message for few. Unfortunately, the gap between the two is wider than usual. The way I see hardware industry develop – it cannot be in almost complete discrepancy to accompanying software. However, in the case of iPad, hardware is in “expectancy” of usable software, while at the same time it isVer mais
    há 12 minutos
    Luciana Moherdaui

    há 8 minutos ·